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domingo, 14 de outubro de 2012
Carolina Dieckmann é par do marido da melhor amiga, Maria Ribeiro. No cinema
Amigas inseparáveis na vida real, Maria Ribeiro e Carolina Dieckmann se falam quase todos os dias. Mas há 15 anos, desde "Confissões de adolescente", não trabalhavam juntas. o Reencontro aconteceu agora, nas filmagens de "A pele do cordeiro", de Paulo Morelli, que deverá chegar aos cinemas em 2013.
- Foi especial contracenar com ela. O filme fala de um grupo de amigos de faculdade que se separa depois que um deles morre num acidente de carro num fim de semana em que todos estavam juntos - conta Maria.
No longa, Carolina faz par com Caio Blat, marido da amiga.
- Foi divertido - diz Maria.
Na foto de uma cena do filme, além dos três, estão Lee Taylor, Nowill, Julio Andrade e Paulinho Vilhena.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Colaboradores de A Pele do Cordeiro falam sobre o Filme
Paulo Morelli postou no blog oficial do filme A PELE DO CORDEIRO, onde
vai contar um pouco como foi sua experiência de fazer o filme. Nesse
post, ele conta como foi o trabalho com a Chris Riera no desenvolvimento
do roteiro.
Em fevereiro de 2011, Pedro e eu retomamos os
encontros com os colaboradores no desenvolvimento do roteiro, com uma
alteração na equipe: agora contávamos com a presença saudosa e iluminada
da querida Chris Riera. É dela uma frase que me marcou e que tem
norteado não só esse trabalho como todos os outros que pretendo fazer:
"menos trama, mais drama". Para mim - que sou uma pessoa muito ligada às
tramas nas estórias - esse foi um alerta de procurar sempre o que há de
mais humano e delicado nas relações entre personagens. Isso se
transformou numa orientação geral para a estória que estávamos criando,
apesar de haver nessa estória uma trama muito clara e definida. Como em
tudo aliás, o que interessa é o equilíbrio, nesse caso, o equilíbrio
entre Trama e Drama.
O processo de criação de uma estória é
necessariamente caótico, fora de ordem, múltiplo e sincrônico. As ideias
evoluem, se transformam, são jogadas fora. Rumos mudam, perspectivas
surgem, coincidências se apresentam. E às vezes, você se vê aprisionado
num beco e de uma hora pra outra, parece que tudo que foi criado até ali
caiu por terra. Escrever drama pode ser dramático. Em compensação,
creio que essa tensão está na raiz do desafio que motiva alguém a se
meter numa tarefa que vai levar na melhor das hipóteses alguns anos para
ficar pronta. Não é simples construir uma estória que fique de pé, com
um mínimo de coerência interna, sem furos gigantescos, e que sirva pra
alguma coisa. Escrever envolve um grande risco: o risco de não ficar
bom. Melhor assim, o risco é que tempera o que fazemos. Onde não há
risco, não há muita coisa.
Desde o início, tínhamos a ideia de fazer um filme
sobre um grupo de amigos em um sítio (poucos personagens + única
locação = produção barata). Isso nos levou a procurar referências que se
passavam em uma casa de campo. Lembramos do filme Invasões Bárbaras (e o
seu antecessor, A Queda do Império Americano, ambos de Denys Arcand),
onde um grupo de amigos se encontra em uma casa de campo e discutem
temas contemporâneos em alto nível. Lembramos também do tom minimalista
dos contos de Tchekhov, onde as personagens deixam apenas transparecer o
que sentem. Fomos checar também o filme do Woody Allen, Sonhos Eróticos
de Uma Noite de Verão, mas descartamos o tom farsesco. Queríamos um
filme realista, não podíamos nos deixar seduzir pelo burlesco. Outros
dois filmes se juntaram às nossas referências: Pecados Íntimos, de Todd
Field, com tempos dilatados e tensões ocultas, e O Reencontro, de
Lawrence Kasdan, um clássico dos anos 80 onde um grupo de amigos se
reúne e passa a vida a limpo. Em todos esses casos, o drama é a moeda
corrente. Era isso que procurávamos.
Queríamos um filme que levasse à reflexão e à emoção, mas não só isso. Também tinha que ser um daqueles filmes que te capturam e não se deixam largar. E para isso, tem que existir uma trama forte. O Pedro comentou há pouco (depois de ler um esboço desse post - e este trecho está sendo reescrito hoje, dia da publicação do post - e digo isso porque esse é um blog para pessoas que gostam de escrever, ou ao menos de saber como uma estória é feita. E o curioso aqui, se me permitem um aparte longo desse jeito, é mostrar um pouco do processo de escrever, que é um vai e vem permanente, em que se trabalha e retrabalha o texto inúmeras vezes, em múltiplas camadas, como se fossem demãos de tinta), e o Pedro disse: "eu vejo filmes com você desde que nasci, e me lembro que você sempre olhava para o relógio do dvd e dizia 'faz 20 minutos que o filme começou, mas a estória ainda não'". Isso nos revelou que gostamos também, e muito, de filmes em que as coisas acontecem, a estória vai pra frente, a trama nos fisga e nos aprisiona na cadeira. O Robert McKee diz que as estórias tem que ter um "Inciting Incident" - que traduzi como Disparo Dramático, no Story Touch. Quando isso acontece, nós, o público, ficamos presos à estória, esperando uma resposta para a pergunta que inevitavelmente surge: como isso vai acabar? Se você - cineasta, autor, escritor, ou qualquer um ligado às artes narrativas - conseguir plantar essa pergunta na mente do público ele vai te seguir até o final.
Queríamos um filme que levasse à reflexão e à emoção, mas não só isso. Também tinha que ser um daqueles filmes que te capturam e não se deixam largar. E para isso, tem que existir uma trama forte. O Pedro comentou há pouco (depois de ler um esboço desse post - e este trecho está sendo reescrito hoje, dia da publicação do post - e digo isso porque esse é um blog para pessoas que gostam de escrever, ou ao menos de saber como uma estória é feita. E o curioso aqui, se me permitem um aparte longo desse jeito, é mostrar um pouco do processo de escrever, que é um vai e vem permanente, em que se trabalha e retrabalha o texto inúmeras vezes, em múltiplas camadas, como se fossem demãos de tinta), e o Pedro disse: "eu vejo filmes com você desde que nasci, e me lembro que você sempre olhava para o relógio do dvd e dizia 'faz 20 minutos que o filme começou, mas a estória ainda não'". Isso nos revelou que gostamos também, e muito, de filmes em que as coisas acontecem, a estória vai pra frente, a trama nos fisga e nos aprisiona na cadeira. O Robert McKee diz que as estórias tem que ter um "Inciting Incident" - que traduzi como Disparo Dramático, no Story Touch. Quando isso acontece, nós, o público, ficamos presos à estória, esperando uma resposta para a pergunta que inevitavelmente surge: como isso vai acabar? Se você - cineasta, autor, escritor, ou qualquer um ligado às artes narrativas - conseguir plantar essa pergunta na mente do público ele vai te seguir até o final.
Mas o processo não é só de acertos. Várias ideias
dispersivas surgem no caminho. Vejam algumas. E se o grupo de amigos
fosse até a cidade e entrasse numa briga com os jovens habitantes
locais? E se - por algum motivo - eles matassem o caseiro e tivessem que
se livrar do corpo? E se fosse apenas um filme de relacionamentos
afetivos, sobre a sexualidade? Descartamos esses caminhos, ou por serem
pueris, ou por estarem em outro tom. O que queríamos era um drama
humano, que se levasse a sério e nos fizesse refletir sobre nosso tempo e
nossos desejos.
Voltamos à busca do equilíbrio entre trama e
drama. Havíamos partido de um caminho que privilegiava o drama: um grupo
de amigos que se reencontra depois de dez anos e reavalia suas vidas.
Mas nosso impulso nos levou a mesclar o drama humano com uma trama - se
possível de pegada shakespeareana, esse o grande mestre da composição
entre trama e drama. Sou leitor de Shakespeare, mas não um estudioso.
Do pouco que sei, uma coisa me chama a atenção. Suas peças tem uma
palavra chave que é a base da peça: ambição em Macbeth, vingança em
Hamlet, ciúmes em Othelo. O que estávamos construindo para A Pele do
Cordeiro tinha uma questão de fundo: a amizade. E daí, por oposição
dramática, surgiu a palavra: traição. E essa palavra é a raiz tanto do
drama quanto da trama.
Nesse período, produzi diversas escaletas com
pequenas descrições das sequências, a partir das quais procurávamos
montar o quebra-cabeças de se juntar personagens em duas épocas
diferentes. Aliás, essa foi uma ideia da Chris: localizar o filme em um
passado recente. Escolhemos 1992 e 2002. Em 1992 o país vivia uma
esperança real, a sociedade havia se unido para derrubar o Collor.
Em 2002, ano em que Lula foi eleito, as esperanças
se renovavam. O filme fala sobre sonhos, portanto falar de esperança é
uma maneira de vincular o contexto à narrativa. Havia também o desejo de
que as duas épocas cruzassem a virada do milênio. O filme deveria estar
situado após o 11 de setembro, momento em que o mundo assistia perplexo
ao nascimento do novo milênio com um sabor ambíguo, combinação de
esperança e medo. Por último, pareceu interessante criar uma cadência de
dez em dez anos: 1992, 2002, 2012 (este último, o ano em que o filme
seria feito).
Começamos 2011 com reuniões onde além da Chris
participavam Teo Poppovic, Luis Amaral, Pedro e eu - e nas quais ficamos
costurando a trama e o drama, desenvolvendo as personagens, suas
trajetórias e seus finais. Talvez esse seja um resumo do escrever
roteiros: personagens, trajetórias e finais. E o final é, creio eu, o
elemento mais delicado e importante a se alcançar. É no final que reside
o significado, a razão de todo o trabalho. Curiosamente, apesar da sua
importância, o final muitas vezes "se esconde". Vamos escrevendo com uma
vaga intuição de onde devemos chegar, mas essa meta, esse "onde
chegar", é difuso e mutável. Mas como escrever é uma atividade
alicerçada em impressões e sentimentos, a instabilidade do caminho é
parte indissociável do processo. No caso de A Pele do Cordeiro, o final
só foi descoberto muito mais pra frente, perto da hora de filmar. Mas
esse ponto fica para outro post.
No entanto, não quero deixar a impressão que esse
roteiro foi feito na "porra-louquice", ir fazendo para ver onde vai dar.
E não que eu tenha alguma coisa contra a escrita mais intuitiva, pelo
contrário. Acho que tem horas que você "deve" se perder, mergulhar até
ficar sem ar. Senão não chega do outro lado. Mas também acho que se
deixar dominar pelo inconsciente pode te levar a ficar sem ar, mesmo.
Cansei de ver obras que se afogaram. Livros que abandonei, filmes que
deixei no meio. Voltando pro nosso caso, não sabíamos como era o final,
isso é fato, mas sabíamos o que queríamos dizer. Havia um conceito claro
que permeou todo o trabalho: mostrar como os sonhos idealistas da
juventude podem ser afetados e transformados pela maturidade. Numa frase
mais curta, um filme sobre sonhos e desilusões. O final, que viemos a
descobrir muito mais tarde, permanece fiel a esse princípio.
O trabalho criativo acontece, creio, quando você
se coloca num estado vigília desatenta, ou desatenção vigilante. Deixar a
intuição em estado de alerta, se nutrir de informações, discutir
conceitos, formular questões… e ficar à espreita dos "descuidos da
mente" porque as ideias e respostas surgem nos momentos em que a atenção
se desvia para o lado. As ideias surgem nas frestas do pensamento. Um
estado em que o autor se deixe tomar ao mesmo tempo que fique aberto às
questões que circulam na mente. De certa maneira, estabelece-se um
diálogo interno, onde o consciente lança perguntas e o inconsciente
responde. E as melhores respostas são as ações dos personagens. Afinal o
que interessa é o que os personagens fazem, não o que dizem, como na
vida, aliás. Claro que o que é dito importa, mas será amplificado quando
referendar ou se contrapor às ações. Isso é o que conta.
Das muitas ideias que surgem, quais as boas, quais
devem ser descartadas? É comum se dizer que a cada 10 ideias, 9 acabam
sendo jogadas fora. Isso parece verdade. A quantidade de possibilidades,
inter-relações e consequências de cada nova ideia é exponencial. Quando
se abandona um caminho, toda uma sequência de outras ideias e cenas
devem ser abandonadas em série. Esse processo é penoso, e é comum a
sensação de estar perdido, achando tudo uma merda, querendo rasgar o
roteiro. Mas com um pouco de paciência, as boas ideias se sedimentam e
mostram sua força. O tempo é o grande aliado, o grande depurador. Só o
tempo separa o bom do medíocre. Por isso, acredito que um bom roteiro de
longa-metragem precise de uns bons anos de maturação para ser filmado.
Evidentemente, o processo de criação é dialético:
um jogo entre a intuição e a razão. Aquela abre as portas, esta deve
colocar ordem na casa, selecionar o que presta e ter a coragem de jogar
fora o que é ruim, geralmente associado à autocomplacência, ao apego à
uma ideia. Muitas vezes, boas ideias devem ser descartadas. Não basta
ser uma boa ideia para permanecer. O que deve prevalecer são as
necessidades da narrativa.
Enfim, depois de duas reuniões com a Chris Riera,
eu fui para o meu sítio (o sítio que seria a locação da estória - só pra
lembrar), para escrever o primeiro tratamento. Tinha em mãos uma
escaleta detalhada, cheia de observações… e incertezas. Mas estava na
hora de colocar as coisas no papel.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Carolina Dieckmann compartilhou em seu Instagram uma imagem com as colegas de elenco Martha Nowill e Maria Ribeiro.
"Gatas do cordeiro... kkkkk", escreveu a atriz na legenda da imagem.
As três fazem parte do elenco do filme A Pele do Cordeiro, que conta também com a participação de Caio Blat e Paulo Vilhena.
Na história, os jovens resolvem escrever cartas para si próprios, para serem abertas em exatos 10 anos, onde expõem seus sonhos e projetos de futuro. No mesmo dia, o mais talentoso deles sofre um acidente e morre.
"Gatas do cordeiro... kkkkk", escreveu a atriz na legenda da imagem.
As três fazem parte do elenco do filme A Pele do Cordeiro, que conta também com a participação de Caio Blat e Paulo Vilhena.
Na história, os jovens resolvem escrever cartas para si próprios, para serem abertas em exatos 10 anos, onde expõem seus sonhos e projetos de futuro. No mesmo dia, o mais talentoso deles sofre um acidente e morre.
sábado, 23 de junho de 2012
Gravações
A atriz Carolina Dieckmann está gravando o filme A Pele do Cordeiro na Serra da Mantiqueira, em São Paulo. Durante o trabalho nesta quinta-feira (21), ela postou no Instagram uma foto em que aparece equilibrada sobre um cavalo.
Sobre o longa, Dieckmann disse que interpretará a mulher de Caio Blat. "É uma personagem que passa por muitas transformações", comentou sobre o novo projeto.
Sobre o longa, Dieckmann disse que interpretará a mulher de Caio Blat. "É uma personagem que passa por muitas transformações", comentou sobre o novo projeto.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Carol posa nos bastidores do novo Filme
Carolina Dieckmann aparece nos bastidores das filmagens do filme "A Pele do Cordeiro" ao lado de Caio Blat, Maria Ribeiro e todo o elenco da produção dirigida por Paulo e Pedro Morelli. De acordo com o site da produtora O2 Filmes, as filmagens estão sendo feitas em locações na Serra da Mantiqueira, São Paulo.
Além de Carolina, Caio e Maria, o filme também conta com Martha Nowill, Lee Taylor, Paulinho Vilhena e Júlio Andrade, que interpretam um grupo de amigos apaixonados por literatura, que celebram a publicação do primeiro livro do grupo.
Na história, os jovens resolvem escrever cartas para si próprios, para serem abertas em exatos 10 anos, onde expõem seus sonhos e projetos de futuro. No mesmo dia, o mais talentoso deles sofre um acidente e morre. Dez anos depois, o grupo se reúne para abrir as cartas e confrontar os sonhos da juventude com as imposições da maturidade.segunda-feira, 18 de junho de 2012
Concluidas as filmagens
No dia 18 de Junho, foram concluídas as filmagens do último longa metragem da O2: A Pele do Cordeiro, que tem roteiro e direção de Paulo Morelli e Pedro Morelli.
O filme foi totalmente realizado em locações no interior de São Paulo, na região do Vale do Paraíba e contou no elenco com a participação de Caio Blat, Carolina Dieckmann, Lee Taylor, Maria Ribeiro, Paulinho Vilhena, Júlio Andrade e Martha Nowill.
O filme teve direção de arte de Fred Pinto e direção de fotografia de Gustavo Hadba.
A Pele do Cordeiro é um retrato da virada do século pelos olhos idealistas de um grupo de jovens escritores. Aborda sonhos e desilusões de uma geração do começo dos anos 90 e início do século XXI. O filme é um drama com toques de humor e suspense, misturando climas leves e sombrios.
Cris Abi, produtora executiva, contou que todo o planejamento foi cumprido, apesar da ocorrência de tempestades e muita neblina, nas diárias realizadas nas montanhas da Serra da Mantiqueira. O filme será lançado em 2013
O filme foi totalmente realizado em locações no interior de São Paulo, na região do Vale do Paraíba e contou no elenco com a participação de Caio Blat, Carolina Dieckmann, Lee Taylor, Maria Ribeiro, Paulinho Vilhena, Júlio Andrade e Martha Nowill.
O filme teve direção de arte de Fred Pinto e direção de fotografia de Gustavo Hadba.
A Pele do Cordeiro é um retrato da virada do século pelos olhos idealistas de um grupo de jovens escritores. Aborda sonhos e desilusões de uma geração do começo dos anos 90 e início do século XXI. O filme é um drama com toques de humor e suspense, misturando climas leves e sombrios.
Cris Abi, produtora executiva, contou que todo o planejamento foi cumprido, apesar da ocorrência de tempestades e muita neblina, nas diárias realizadas nas montanhas da Serra da Mantiqueira. O filme será lançado em 2013
domingo, 17 de junho de 2012
Confira fotos, saídas do forno, do novo longa da O2, A Pele do Cordeiro,
com direção de Paulo Morelli e Pedro Morelli, direção de fotografia de
Gustavo Hadba e direção de arte de Fred Pinto.
As fotos são de Fred Pinto e mostram os diretores Paulo Morelli e Pedro Morelli, o diretor de fotografia Gustavo Hadba e elenco formado por Caio Blat, Carolina Dieckmann, Lee Taylor, Maria Ribeiro, Paulinho Vilhena, Júlio Andrade e Martha Nowill.
As fotos são de Fred Pinto e mostram os diretores Paulo Morelli e Pedro Morelli, o diretor de fotografia Gustavo Hadba e elenco formado por Caio Blat, Carolina Dieckmann, Lee Taylor, Maria Ribeiro, Paulinho Vilhena, Júlio Andrade e Martha Nowill.

terça-feira, 29 de maio de 2012
Primeiras fotos
"A Pele do Cordeiro" completa hoje, 29 de Maio, sua primeira semana de
filmagens na Serra da Mantiqueira, interior de São Paulo. A direção
deste novo projeto da O2 é de Paulo Morelli e Pedro Morelli, com direção
de arte de Fred Pinto e direção de fotografia de Gustavo Hadba.
O filme tem no elenco Caio Blat, Carolina Dieckmann, Lee Taylor, Maria Ribeiro, Paulinho Vilhena, Júlio Andrade e Martha Nowill, que interpretam um grupo de amigos apaixonados por literatura.
Confira abaixo fotos da primeira semana dos trabalhos.
O filme tem no elenco Caio Blat, Carolina Dieckmann, Lee Taylor, Maria Ribeiro, Paulinho Vilhena, Júlio Andrade e Martha Nowill, que interpretam um grupo de amigos apaixonados por literatura.
Confira abaixo fotos da primeira semana dos trabalhos.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Carol escurece o cabelo
Em meio às polêmicas sobre o vazamento de fotos íntimas, Carolina Dieckmann retomou a rotina normal no trabalho. A atriz acabou de escurecer os cabelos para seu próximo trabalho. As informações são da coluna Olá, do jornal Agora São Paulo.
Carolina Dieckmann interpretará a mulher de Caio Blat no novo filme de Fernando Meirelles, que será produzido pela O2.
Carolina Dieckmann interpretará a mulher de Caio Blat no novo filme de Fernando Meirelles, que será produzido pela O2.

domingo, 6 de maio de 2012
Ensaios do filme A Pele do Cordeiro
Prosseguem os trabalhos de pré produção do próximo longa da O2, A Pele do Cordeiro. O filme é uma criação de Paulo Morelli e Pedro Morelli, que também se encarregam da direção.
O filme será rodado na Serra da Mantiqueira, com direção de fotografia de Gustavo Hadba.
Nesta fase dos trabalhos estão ocorrendo ensaios sob a orientação do preparador de elenco Christian Duurvoort.
Ilustra a nota, foto retirada do Instagram da equipe, focalizando os diretores Paulo Morelli e Pedro Morelli com o elenco do filme: Carolina Dieckman, Caio Blat, Maria Ribeiro, Lee Taylor, Martha Nowill, Paulinho Vilhena e Julio Andrade.
O filme será rodado na Serra da Mantiqueira, com direção de fotografia de Gustavo Hadba.
Nesta fase dos trabalhos estão ocorrendo ensaios sob a orientação do preparador de elenco Christian Duurvoort.
Ilustra a nota, foto retirada do Instagram da equipe, focalizando os diretores Paulo Morelli e Pedro Morelli com o elenco do filme: Carolina Dieckman, Caio Blat, Maria Ribeiro, Lee Taylor, Martha Nowill, Paulinho Vilhena e Julio Andrade.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Lux na Pele de Cordeiro
Carolina Dieckmann esteve hoje (19/4) em São Paulo para o lançamento da nova linha de sabonetes LUX. A atriz confirmou a participação na próxima produção da O2 Filmes, de Fernando Mereilles. No filme ela interpretará a esposa de Caio Blat e os dois farão, junto com um grupo de amigos, um fashback até seus 25 anos de idade, abordando o confronto dos sonhos da juventude com as imposições da maturidade.
"Devo passar por alguma transformação para as gravações de Pele de Cordeiro, ainda não sei qual", conta a atriz. "Adoro passar por essas mudanças e coloco a personagem na frente mesmo e mergulho naquele universo, mas melhor ainda é quando tudo termina e vou voltando a ser eu mesma", processo pelo qual ela está passando agora, com o término das gravações de Fina Estampa. Para viver Teodora ela malhou intensamente e ficou com o corpo sarado. "Agora não estou nem indo na academia, aos poucos vou desinchando", diz ela. O olhinho da atriz brilha quando ela fala dos novos projetos – sobre novela em 2012 ela ainda não pode revelar detalhes – e dos filhos. Mãe-coruja, ela já está sofrendo por antecipação com a saudade que sentirá de José e Davi, durante as cinco semanas de filmagens no interior de São Paulo.
As gravações de Pele de Cordeiro começam dia 16 de maio, logo depois do Dia das Mães, que ela pretende passar grudada aos meninos. "Vai ser duro ficar longe deles por tanto tempo, mas passa rápido e eu volto correndo". Quando as crianças são o assunto, ela se derrama em elogios à cria. Davi, o mais velho, acaba de fazer 13 anos e, segundo ela, já está um homem. "Ele está um gato, vai fazer sucesso! Mas não me importo, pelo contrário, estou louca para o Davi arrumar logo uma namorada para ficar bem minha amiga", revela.
Pelo visto o ano de Carolina Dieckmann será movimentado, enquanto o filme não chega aos cinemas ela desfila sempre estilosa ali pelo leblon ou na ponte aérea.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Vem ai mais um filme!
Carolina Dieckmann, que se despediu recentemente do papel de Teodora na novela "Fina Estampa", já tem nova empreitada profissional à vista: um papel no cinema, segundo nota publicada nesta quinta-feira, 12, pela coluna "Mônica Bergamo", da "Folha de S.Paulo".
Depois de participar de leituras, a atriz foi escolhida para o elenco de "A Pele do Cordeiro", de Paulo e Pedro Morelli.
Ainda de acordo com o jornal, as filmagens começam em maio na cidade de
São Francisco Xavier (SP). O elenco ainda tem nomes como Maria Ribeiro, Caio Blat, Paulo Vilhena, Lee Taylor, Juliano Ribeiro e Martha Nowill.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Carol esta no elenco do filme A pele do Cordeiro
Carolina Dieckmann foi escolhida, depois de participar de leituras, para o elenco de "A Pele do Cordeiro", longa de Paulo e Pedro Morelli. A informação é da colunista Mônica Bergamo do jornal "Folha de S. Paulo" desta quinta-feira (12).
De acordo com a publicação, o filme começa a ser rodado em maio, em São Francisco Xavier (SP), com Maria Ribeiro, Caio Blat, Paulo Vilhena, Lee Taylor, Juliano Ribeiro e Martha Nowill. "É uma história sobre sonhos da juventude e desilusões da maturidade", disse Paulo à coluna.
Carolina está de férias da televisão desde o fim das gravações de "Fina Estampa", no fim de março. Ela aprovietou a temporada de descanso para viajar aos Estados Unidos.
Com mais de dez novelas no currículo, Carolina atuou em apenas dois filmes: "Sexo com Amor" (2008) e "Onde andará Dulce Veiga?" (2007).
De acordo com a publicação, o filme começa a ser rodado em maio, em São Francisco Xavier (SP), com Maria Ribeiro, Caio Blat, Paulo Vilhena, Lee Taylor, Juliano Ribeiro e Martha Nowill. "É uma história sobre sonhos da juventude e desilusões da maturidade", disse Paulo à coluna.
Carolina está de férias da televisão desde o fim das gravações de "Fina Estampa", no fim de março. Ela aprovietou a temporada de descanso para viajar aos Estados Unidos.
Com mais de dez novelas no currículo, Carolina atuou em apenas dois filmes: "Sexo com Amor" (2008) e "Onde andará Dulce Veiga?" (2007).
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